Queda de Cabelo: Causas e O Que Fazer de Verdade

Se o seu cabelo está caindo mais do que o normal, saiba que as causas da queda de cabelo são variadas, e a maioria delas não tem nada a ver com falta de vitamina. Neste guia, vou explicar o que realmente está por trás desse problema, quais são os tipos mais comuns e por que o diagnóstico correto faz toda a diferença. Mais abaixo você também encontra o vídeo completo com a explicação da dermatologista.

O Essencial Sobre a Queda de Cabelo

Primeiro, um ponto importante: queda de cabelo é um sintoma, não uma doença única. Existem diferentes tipos e causas, e tratar sem saber qual é a origem pode atrasar um diagnóstico que faz diferença real no resultado.

De forma geral, os problemas capilares se dividem em dois grandes grupos. O primeiro são as alopecias, que são doenças que afetam diretamente o folículo capilar e podem criar áreas de falha no cabelo. Algumas melhoram com o tempo, outras são progressivas. A mais conhecida é a alopecia androgenética, presente tanto em homens quanto em mulheres, que provoca o afinamento gradual dos fios.

O segundo grupo é o eflúvio telógeno: aquela queda difusa onde você passa a mão no cabelo e sai um monte de fio. É esse tipo que incomoda a maioria das pessoas, e é nele que este artigo vai focar.

Eflúvio Telógeno: O Que É e Quais São Suas Formas

Queda de Cabelo: Causas e O Que Fazer de Verdade

O eflúvio telógeno acontece quando uma parte maior do que o normal dos fios entra na fase de queda ao mesmo tempo. Normalmente, o cabelo tem um ciclo natural onde alguns fios caem e outros crescem em ritmos diferentes. No eflúvio, esse ciclo se desregula.

Existem duas formas principais:

Eflúvio telógeno agudo: queda intensa que dura até seis meses. Geralmente tem uma causa identificável e, na maioria dos casos, é autolimitado, ou seja, tende a se resolver por conta própria quando a causa é tratada.

Eflúvio telógeno crônico: queda que persiste por mais de seis meses, às vezes por anos. Esse caso exige investigação mais aprofundada, pois a causa pode ser mais difícil de identificar.

📊 O Que Dizem os Estudos

International Journal of Trichology (2022): Revisão com mais de 1.800 pacientes com eflúvio telógeno crônico identificou que em cerca de 45% dos casos havia pelo menos uma deficiência nutricional associada, sendo ferritina baixa e vitamina D as mais frequentes. Os autores reforçam que a investigação laboratorial direcionada é fundamental para o tratamento adequado.

Fonte: International Journal of Trichology, 2022

As Principais Causas do Eflúvio Telógeno

Há mais causas do que a maioria das pessoas imagina. Veja as mais comuns:

Pós-parto: durante a gravidez, os hormônios mantêm o cabelo em fase de crescimento prolongada. Após o parto, esses níveis caem abruptamente e, cerca de três meses depois, o cabelo começa a despencar. É uma das causas mais frequentes e, para a maioria das mulheres, se resolve sem tratamento específico.

Infecções: doenças como covid-19 e dengue são gatilhos conhecidos de queda capilar. O estresse que a infecção causa no organismo interrompe o ciclo normal do fio. Muitas pessoas percebem a queda semanas após a recuperação.

Deficiência de ferro e ferritina: aqui entra um ponto que surpreende muita gente. Não é só a anemia que causa queda. Quando a ferritina (a proteína que armazena ferro) fica abaixo de 50, já pode ser um fator contribuinte para o eflúvio, mesmo sem anemia instalada. Isso é mais comum em mulheres, especialmente em períodos de maior perda de sangue.

Deficiência de vitamina B12: cada vez mais comum, especialmente entre pessoas vegetarianas ou veganas, mas também encontrada em quem não tem restrição alimentar. A B12 tem papel direto na saúde dos folículos capilares e sua deficiência pode ser identificada com um simples exame de sangue.

Deficiência de zinco: o zinco é um mineral essencial para a produção de queratina e para a regulação dos processos inflamatórios do couro cabeludo. Sua deficiência está associada tanto ao eflúvio quanto ao enfraquecimento do fio. Também avaliado por exame laboratorial.

Deficiência de vitamina D: a maioria das pessoas tem níveis abaixo do ideal, já que a produção natural exige exposição ao sol em horários de maior radiação. A reposição oral é a forma mais segura e eficaz de corrigir essa deficiência, sempre com orientação médica.

Pós-cirúrgico: qualquer cirurgia com internação e anestesia pode desencadear eflúvio nas semanas seguintes. O estresse físico do procedimento afeta o ciclo capilar temporariamente.

Parada do anticoncepcional: mulheres que usam anticoncepcional hormonal por muitos anos e decidem parar podem passar por um período de queda intensa. O organismo leva algum tempo para se readaptar ao novo equilíbrio hormonal.

Veja o vídeo completo com a explicação da dermatologista sobre cada uma dessas causas:

Como Age no Organismo: Por Que Nutrientes Específicos Importam

Quando falamos de queda de cabelo por deficiência nutricional, a lógica é direta: o folículo capilar é um tecido metabolicamente ativo. Precisa de matéria-prima constante para produzir o fio.

O zinco, por exemplo, participa de mais de 300 reações enzimáticas no organismo, incluindo a síntese de queratina, a proteína que forma o fio. Sem zinco suficiente, o ciclo de crescimento encurta e a queda aumenta. O mesmo vale para a ferritina: o ferro é necessário para o transporte de oxigênio até o folículo, e sem ele, o fio enfraquece.

A vitamina D, por sua vez, tem receptores específicos nas células do folículo capilar. Estudos indicam que ela regula o ciclo de crescimento do fio, e sua deficiência está associada a formas de inflamação crônica que também afetam o couro cabeludo.

O detalhe importante, como reforçado no vídeo, é que complexos vitamínicos genéricos geralmente contêm doses muito baixas desses nutrientes, insuficientes para corrigir uma deficiência real. A suplementação eficaz é aquela direcionada ao que foi identificado no exame, na dose certa.

Nesse contexto, o óleo de semente de abóbora se destaca como uma fonte natural concentrada de zinco (7 a 10mg por 100g) e de ácidos graxos essenciais que auxiliam na saúde do folículo. Não é um tratamento para queda de cabelo, mas pode ser um suporte nutricional relevante quando combinado ao acompanhamento médico adequado. O Bobra+ é o óleo de semente de abóbora 100% puro da BobraMais, aprovado pela ANVISA como suplemento alimentar.

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Modo de Uso Recomendado

Queda de Cabelo: Causas e O Que Fazer de Verdade

Se após a avaliação médica for identificada necessidade de suporte com zinco ou ácidos graxos essenciais, o Bobra+ pode ser usado como complemento. A forma de uso recomendada é conforme orientação do fabricante, sempre respeitando a indicação do profissional de saúde que acompanha o caso.

Para saber mais sobre como usar o óleo de abóbora, veja o guia completo: como tomar óleo de abóbora.

Outro ponto prático: a forma de extração influencia a qualidade do óleo. Óleos prensados a frio preservam melhor os nutrientes ativos. Saiba mais em: óleo de abóbora prensado a frio.

Pontos de Atenção Antes de Tomar Qualquer Decisão

Diagnóstico primeiro, suplementação depois: como bem explicado no vídeo, comprar suplementos sem saber a causa da queda pode postergar um diagnóstico importante. O primeiro passo é sempre a consulta com dermatologista.

Exames de sangue são aliados: ferritina, vitamina B12, vitamina D e zinco são os marcadores mais comuns avaliados em casos de queda. Pedir esses exames é simples e pode revelar muito sobre o que está acontecendo.

Eflúvio agudo tende a se resolver: a maioria dos casos com causa identificável, como pós-parto ou pós-cirúrgico, é autolimitada. O cabelo tende a parar de cair em cerca de três meses. Por isso, é importante não atribuir a melhora a um suplemento que você possa ter começado por coincidência nesse período.

Alopecias progressivas precisam de atenção rápida: ao contrário do eflúvio, algumas alopecias podem causar danos permanentes ao folículo se não tratadas a tempo. Não espere demais para buscar avaliação.

Bobra+ é suplemento alimentar: não substitui tratamento médico nem medicamentos prescritos. Seu uso deve ser sempre complementar e discutido com o profissional de saúde responsável pelo acompanhamento.

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Perguntas Frequentes

Queda de cabelo tem cura?

Depende da causa. O eflúvio telógeno agudo, quando a origem é identificada e tratada, tende a se resolver. Deficiências nutricionais corrigidas geralmente resultam em melhora da queda. Já algumas alopecias podem ser controladas, mas têm tratamento de longo prazo. Por isso, o diagnóstico correto é o ponto de partida para qualquer resposta a essa pergunta.

O óleo de abóbora ajuda na queda de cabelo?

Estudos indicam que o zinco e os ácidos graxos presentes no óleo de semente de abóbora podem auxiliar na saúde dos folículos capilares. Não é um tratamento para queda de cabelo, mas pode ser um suporte nutricional relevante, especialmente quando há deficiência de zinco identificada. Sempre converse com seu médico antes de iniciar qualquer suplementação.

Preciso ir ao dermatologista ou posso tratar em casa?

A avaliação médica é fundamental, especialmente em casos de queda intensa ou prolongada. Em casa, é possível adotar hábitos que ajudam a saúde capilar, mas eles não substituem o diagnóstico. Algumas causas de queda são silenciosas e só aparecem nos exames de sangue.

Vitaminas para cabelo vendem em farmácia funcionam?

Complexos vitamínicos genéricos geralmente contêm doses muito baixas dos nutrientes envolvidos na queda capilar. Para corrigir uma deficiência real, são necessárias doses específicas de cada vitamina ou mineral, conforme indicado por exames. O uso indiscriminado, além de pouco eficaz, pode dar uma falsa sensação de que o problema está sendo tratado.

O cabelo que caiu no eflúvio volta a crescer?

Na maioria dos casos de eflúvio telógeno agudo, sim. Quando a causa é tratada, o ciclo capilar se regulariza e os fios tendem a voltar. O processo leva tempo: pode demorar de três a seis meses para notar a diferença na densidade do cabelo.

Aviso: Este conteúdo é informativo e não substitui orientação médica profissional. Consulte um dermatologista antes de tomar qualquer suplemento ou iniciar tratamento para queda de cabelo. Resultados podem variar. Bobra+ é aprovado pela ANVISA como suplemento alimentar (RDC 243/2018).

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